Segunda-feira, Março 30, 2009
Twin Spica vira dorama
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Ranking da Taiyosha

Em shoujo, destaque para Aozora Yell, novo mangá da autora de Kokou Debut, e Suki desu Suzuki-kun!!, a série mais recente de Go Ikeyama, mangá-ka que faz muito sucesso no Japão e eu odeio. Outro destaque é mais um mangá shoujo caça níqueis de Evangelion, chamado Shinseiki Evangelion: Gakuen Datenroku.
SHOUJO
1. Nana #21
2. Otomen #7
3. Aozora Yell #2
4. Suki desu Suzuki-kun!! #2
5. Boku wo Tsutsumu Tsuki no Hikari #7
6. Kyou kara Ma no Tsuku Jiyuugyou! #7
7. Gakuen Alice #18
8. Strobe Edge #5
9. Ojousama wa Oyomesama #5
10. Shinseiki Evangelion: Gakuen Datenroku #3
JOSEI
1. Do Da Dancin'! - Venice Kokusaihen #5
2. Seigi no Mikata #7
3. Chihayafuru #4
4. Kiruto S #5
5. Chihayafuru #1
6. Chihayafuru #2
7. Kuragehime #1
8. Chihayafuru #3
9. Happy! #30
10. Inochi no Utsuwa #47
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HQ ecológica mostra futuro apocalíptico

Quinto volume de série de Hayao Miyazaki discute o papel da humanidade na destruição do planeta
PEDRO CIRNE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O artista japonês Hayao Miyazaki é mais conhecido por ser diretor de longas-metragens de animação -ele é autor, por exemplo, de "A Viagem de Chihiro" (Oscar de melhor animação em 2003) e "O Castelo Animado". Mas Miyazaki também é quadrinista, e uma nova HQ de sua autoria acaba de sair no Brasil: o quinto volume da série "Nausicaä do Vale do Vento".
A HQ mostra um futuro apocalíptico, em que os homens, por meio de guerra e poluição, devastaram a Terra. A lição parece não ter sido aprendida, e uma nova guerra está prestes a eclodir -ao passo que o desrespeito à natureza aumenta cada vez mais. Enquanto duas nações poderosas iniciam os combates, apenas a líder de um povo pequeno, a tribo do Vale do Vento, tem mostrado consciência ecológica e humanidade, opondo-se à guerra e à destruição dos recursos naturais: a hábil e carismática Nausicaä. "Nausicaä costuma ser considerada uma fábula ecológica, que trata da relação entre homem e natureza e do papel da tecnologia no meio de tudo isso, mas eu a vejo acima de tudo como uma história pacifista", diz Marcelo Yamashita Salles, editor da versão nacional de "Nausicaä".
A série foi lançada em capítulos, de 1982 a 1994. A edição brasileira compilou a história em sete volumes -o sexto está previsto para o meio do ano e o último, para dezembro.
Filme simplificado
O mangá virou um longa-metragem de animação em 1984, dirigido pelo próprio Miyazaki. Como a história ainda não havia sido concluída, o filme aborda o equivalente aos dois primeiros volumes da série. Para Salles, o filme acabou simplificado por ter contado apenas o início da trama. "A temática ecológica não tem a força que vemos no mangá", diz. Para ele, a versão em quadrinhos "é superior, mais profunda e trata dos temas com a complexidade que exigem".
Seja por meio de um filme ou de uma história em quadrinhos, Hayao Miyazaki sabe contar histórias. Com seus mundos e personagens tão criativos e excepcionais, ele consegue refletir sobre os humanos e o seu lugar na Terra. Especialmente nessa HQ, em que ele questiona o leitor, por meio de reflexões de Nausicaä, como a seguinte: "Já sei que [nós, os humanos] somos uma raça amaldiçoada. Somos seres ignóbeis que só fazem machucar, usurpar, poluir e queimar o planeta. Não adianta querer o seu perdão agora. Os bichos são bem melhores que nós...".
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O cinema perde um dos seus grandes compositores

Morreu na madrugada de ontem, em Los Angeles, aos 84 anos, o francês Maurice Jarre, compositor de três trilhas sonoras vencedoras do Oscar, as dos clássicos "Lawrence da Arábia" (1962), "Doutor Jivago" (1965) e "Passagem para a Índia" (1984). A notícia foi confirmada pelo seu filho, o músico Jean-Michel Jarre. Nascido em Lyon, o compositor assinou cerca de 160 trilhas para Hollywood e trabalhou com diretores famosos como Alfred Hitchcock, John Huston e Luchino Visconti. O corpo de Jarre deverá ser cremado amanhã.Dentre as 160 outras trilhas desse grande mestre da música para o cinema temos:Barbarella, a série de TV Shogun, A Filha de Ryan, O Homem que Queria ser Rei, O Ano em que Vivemos em perigo, A Prometida, Jesus de Nazaré, Inimigo Meu, Mad Max Além da cúpula do Trovão, A Testemunha, Mosquito Coast, Atração Fatal, Nas Montahas dos Gorilas, Sociedade dos Poetas Mortos e Ghost. Algum desses você viu, a maioria merece ser assistida, alguns somente merecem ser ouvidos. Acho que vou recomeçar com Dr. Jivago e a Filha de Ryan. ^_^
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Domingo, Março 29, 2009
[PEDIDO DE AJUDA!] Sala de Dorama no Kodama

Ano passado eu organizei e tive uma sala de exibição de Dorama no evento com mais duas amigas. Esse ano, essas amigas não poderão me auxiliar e estou sozinha. Dependo de que pelo menos mais 2 pessoas se candidatem para me auxiliar na sala para que ela aconteça esse ano também.
Ressalto que procuro pessoas dedicadas, que de preferência gostem de Doramas e tenham um bom conhecimento do assunto. Observo também que quero pessoas dispostas a trabalhar. Dependendo do número de staff, teremos apenas 2 horas livres por dia no evento, então é para ter comprometimento.
Segundo as regras, apenas maiores de idade podem participar.
Se você se encaixa em qualquer um desses pré-requisitos, entre em contato pelo email barbaralmorais@hotmail.com ou belizita_malfoy@hotmail.com até DOMINGO.
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Cartoomics 2009
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Jaspion ganha caixa com 23 aventuras

Caçador de monstros japonês foi febre nos anos 80 na extinta rede Manchete
Série originou gibis, álbum de figurinhas, discos e até um circo itinerante que viajava por todo o Brasil; no Japão, foi um fracasso
IVAN FINOTTI
DA REPORTAGEM LOCAL
Eis o grande mistério de Jaspion: fracasso absoluto no Japão, onde só teve uma temporada com 46 episódios e foi logo arquivado, o caçador de monstros espaciais superou as expectativas ao estrear no Brasil. Aqui, tornou-se a primeira febre japonesa pop moderna, se você entender por "moderno" um sucesso que extrapola os suportes no qual foi concebido: ele sai da TV e vira boneco, revista, figurinhas, chiclete, caderno, jogo de tabuleiro, etc.
"Jaspion", em 1985, nada mais fazia do que captar os ensinamentos de "Guerra nas Estrelas" (1977) e os traduzir para a cultura oriental dos monstros gigantes. O fato de ser bem colorido e bastante barulhento -ao contrário dos antigos Ultramen- certamente ajudou. Outra boa ajuda foi o fato de a Rede Manchete escalar o programa para o fim da tarde, logo depois da escola da criançada.
Mas a razão que fez Jaspion fracassar lá fora -e virar sinônimo de série japonesa no Brasil- ainda não tem resposta. Talvez essa caixa com as 23 primeiras aventuras ajude a explicar (o segundo e último volume está previsto para agosto). Entre os diversos subgêneros dos seriados de ação japoneses (família Ultra, filmes de monstrengos tipo Godzilla, esquadrões com cinco heróis e outros), este se insere no chamado heróis de metal.
A ideia era fazer ficção científica. Jaspion (cujo nome vem da primeira sílaba de "justice" e da última de "champion") é um órfão cósmico, criado por um sábio e treinado para se tornar o guerreiro que vai destruir o mal criado por Satan Goss.
"O Fantástico Jaspion" estreou no Brasil em 1988, junto com o esquadrão Changeman. Seus primeiros episódios se passavam em outros planetas, até que a Toei Company exigiu menos gastos. Dessa forma, Jaspion aterrissa no Japão e passa a combater os inimigos dentro de um enorme robô de metal chamado Daileon.
Conta-se que lá pelo décimo capítulo a Toei fez outra exigência, ainda mais marcante: que o herói tirasse o permanente do cabelo. Por sorte, os manda-chuvas decidiram manter a camisa de leopardo albino.
Hu, he, ha
O dublador de Jaspion é o ator Carlos Takeshi, 48, hoje famoso após fazer algumas novelas e passar 12 anos no canal Polishop, vendendo computadores e videogames. Ele ainda estava na faculdade quando a Álamo estava procurando novas vozes para dublagens. ""Jaspion" foi meu primeiro trabalho que durou mais do que um ou dois dias", diz o ator. "Mas, logo no começo, vi que ia sofrer pra caramba. É muito grito. É "hu, he, ha" pra todo lado. A garganta sofria", conta Takeshi, que entende japonês e logo pegou o jeitão da coisa: "Não precisava nem assistir antes a movimentação labial. Era só sair gritando".
O FANTÁSTICO JASPION - 1
Lançamento: Focus Filmes
Quanto: R$ 24,90 (avulso), R$ 99 (5 DVDs) ou R$ 149,90 (lata com 5 DVDs, cards e boneco)
Classificação: Livre
Brasileiro integra banda japonesa especializada em músicas de seriado
DA REPORTAGEM LOCAL
De todos os subprodutos originados das séries japonesas tipo "Jaspion", nenhum é mais curioso do que a banda JAM Project, no qual JAM significa Japanese Animationsongs Makers (fazedores de canções de desenhos japoneses).
Trata-se de um grupo vocal com um único tipo de música no repertório: canções de abertura de seriados japoneses. Tem sete álbuns na praça, cinco DVDs lançados, um site em japonês e um brasileiro como convidado especial, Ricardo Cruz, 27.
"Gravei meu primeiro single com a banda em 2005. Agora, todo ano vou para o Japão e gravo músicas de novos seriados", conta o brazuca.
A história de sua admissão no grupo começou em 2003, quando Hironobu Kageyama, fundador e líder do grupo, veio ao Brasil participar de um evento de anime (desenhos animados japoneses). Aqui ele cantou os temas de "Jaspion", "Changeman", "Dragon Ball", e "Cavaleiros do Zodíaco" e se surpreendeu com a voz de Ricardo Cruz, que estava encarregado de ensaiar com a banda.
Kageyama levou uma fita com uma demonstração de Ricardo e a incluiu num concurso para escolha de um novo integrante. "Um dia ele me ligou e disse que eu tinha vencido o concurso!"
Sempre que a JAM Project vem para essas bandas, Ricardo se une aos amigos no palco. Já excursionou por Chile e Argentina -em eventos de games ou de cosplay- e se prepara para um show especial, em junho, no Budokan -um espaço para shows onde os Beatles tocaram em 1966 e Bob Dylan gravou um disco duplo em 1978. "Por estranho que pareça, a anisong (anime song) já é um gênero no Japão." E Ricardo Cruz é um de seus expoentes. (IF)
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Sábado, Março 28, 2009
Agradecimentos
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Gaiden, Gaiden, Gaiden...

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Ranking do New York Times
1. Fruits Basket #22
2. Naruto #41
3. Naruto #36
4. Naruto #40
5. Naruto #39
6. Naruto #38
7. Vampire Knight #6
8. Warcraft: Legends #3
9. Naruto #43
10. Tsubasa: Those With Wings #1
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Mudança no blog e outras coisinhas...

A mudança fez com que o número de seguidores aumentasse rapidamente, isso é bom. Não poderia sair perdendo em tudo. Espero, assim que voltar para casa, tentar fazer um logo para o blog. Com o outro formato, eu não consegui carregar. É isso. Estes dias ficarei postando pouco. Estou no Rio para um concurso e a desculpa para trazer o notebook não foi blogar, mas estudar. Dito isso, dificilmente gravarei o podcast, mas se sair, eu aviso. ;)
Obrigada a todos e todas que tentaram ajudar com o script. Os feedbacks foram fundamentais para que eu decidisse o que fazer. Agradeço também a todos e todas que visitam está página todos os dias. Fazer o blog não teria a mesma graça sem vocês. ^_^
Ah, torçam por mim. Não acho que vou passar dessa vez, mas que pelo menos o ponto da prova seja um dos que eu possa responder. Se for algo que não sei, tipo Filosofia Grega ou Modo de Produção Asiático, vai ser muito deprimente. ^_^
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Sexta-feira, Março 27, 2009
Ranking da Oricon
1. NANA #21
11. Gakuen Alice #18
12. Otomen #7
15. Boku o Tsutsumu Tsuki no Hikari #7
17. S.A (Special A) #16
26. Do Da Dancin'! Venetia Kokusai-Hen #5
27. Sakura-Hime Kaden #1
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Páginas do novo mangá de Aoi Kotomi para degustação

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O que certos fãs são capazes de fazer...

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Trabalho Conjunto de Rumiko Takahashi & Mitsuru Adachi On Line

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Primeira capa dos Mangettes

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Yuki Suetsugu ganha o Taisho Award

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Quinta-feira, Março 26, 2009
Coisas que você não deve dar para o marido ou namorado...

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Marmalade Boy chegou em Brasília
Marmalade Boy, assim como Sailor Moon, deveria ter vindo antes. Esse é meu único medo, o mangá pode estar datado, pode ter perdido o seu momento... Mas estou torcendo para que dê certo, porque é muito simpático e vale a pena ser lido. Se você gosta de um bom romance, com personagens simpáticas, arrisque.
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Shojo Beat vendida no Brasil

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Mangá-Ka brasileiro ganha destaque na BBC


Brasileiro faz sucesso como desenhista de mangá no Japão
Ewerthon Tobace
De Tóquio para a BBC Brasil
A rotina de Thiago Furukawa Lucas, de 24 anos, é tão corrida quanto a dos imigrantes brasileiros que estão nas fábricas japonesas.
Ele trabalha cerca de 12 horas por dia, inclusive nos finais de semana. Mas o jovem não reclama. Está feliz, pois realizou o sonho de ser desenhista profissional de mangá, profissão almejada por muitos japoneses e também estrangeiros.
Escondido sob o pseudônimo de Kamiya Yuu, o brasileiro está no seu segundo trabalho, intitulado Greed Packet Unlimited. A história é publicada mensalmente pela Ascii Media Works, uma das principais editoras do país.
"Ele tem muitos fãs", entrega a editora-chefe Michiko Doi.
O roteiro de Greed Packet Unlimited é bastante curioso. Fala de um mundo em que jovens usam o celular para ter acesso a poderes especiais, mas precisam dar um jeitinho para pagar as bilionárias contas de telefone.
Cada magia consome "packets" e vem daí o nome do mangá: algo como "Desejo por packets ilimitados" em tradução livre.
Futuro promissor
O mangá anterior de Lucas, chamado Earise (Earth), durou três anos e foi também um sucesso.
"Ele tem talento e seu trabalho tem potencial para crescer muito mais", elogia Michiko.
Entre os profissionais que trabalham para a revista Dengeki Maoh - são cerca de 20 desenhistas -, onde os trabalhos de Thiago são publicados, ele é o 5º mais popular.
Com um japonês afiado, o paulistano diz, no entanto, que ainda é um aprendiz da arte.
"Tenho muito para melhorar", fala. "Hoje vejo que meu primeiro trabalho não está bom. Se pudesse, desenharia tudo de novo", afirmou.
Descoberto por um "olheiro" numa feira de mangá, Lucas começou fazendo bicos. Isso foi há quase quatro anos. Hoje, para dar conta de entregar os capítulos no prazo, ele tem a ajuda de três funcionários.
"Quando entra muito serviço, chego a ficar até dois meses sem sair de casa", diz.
No começo, como não tinha experiência, Lucas chegou a dormir apenas três horas por dia para conseguir terminar os desenhos.
"É uma profissão muito estressante e a cobrança é grande", entrega o rapaz. "Mas estou muito feliz com essa profissão", ressalva.
'Desenhos irreverentes'
A palavra mangá significa "desenhos irreverentes". Surgiu em 1814, primeiramente como ilustrações e caricaturas sobre a cultura japonesa.
Em 1947, o primeiro mangá publicado foi o Shin Takarajima (A Nova Ilha do Tesouro), de Osamu Tezuka, chamado no Japão de "Deus Mangá".
Foi Tezuka quem definiu as características dos quadrinhos japoneses, como expressões faciais exageradas, elementos metalinguísticos - como as onomatopéias - e enquadramentos que dão um impacto emocional maior.
No Japão, a indústria do mangá representa cerca de 40% do que é impresso no Japão. Por ano, as editoras movimentam mais de 5 bilhões de dólares, com a venda de perto de 750 milhões de exemplares.
Os maiores consumidores no exterior são os Estados Unidos, França e Alemanha. Mas o Brasil também tem se mostrado um grande filão para o segmento.
"Desde 2001, quando os mangás começaram a ser publicados no Brasil, o crescimento do mercado foi incrível", atesta Marcelo Del Greco, da editora JBC, uma das pioneiras no Brasil.
"Considerando todas as concorrentes que trabalham com o segmento no país, pode-se dizer que o número de editoras quadruplicou desde que começamos", compara.
Ele conta que a editora começou publicando quatro títulos, há oito anos, e hoje possui quase 40 mangás no mercado.
Entre os sucessos editoriais estão Samurai X, Sakura Card Captors, Death Note, Nana, Cavaleiros do Zodíaco - The Lost Canvas, Negima, entre outros.
"Por mês a JBC coloca cerca de 500 mil exemplares de mangás nas bancas", conta Del Greco.
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Quarta-feira, Março 25, 2009
Ranking da Tohan
1. Nana #21
2. Fairy Tail #14
3. Tsubasa #26
4. Ahiru no Sora #23
5. Air Gear #24
6. Blood Monday
7. Hajime no Ippo #87
8. One Piece #53
9. Zettai Karen Children #16
10. Gakuen Alice #18
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Terça-feira, Março 24, 2009
Problemas para Visualizar o Blog?

ONTEM: Pessoal, este é um post temporário. Quero saber se vocês estão tendo dificuldades em visualizar o blog, especialmente a barra com os links. Eu estou com a última versão do IE e desde ontem está complicado aqui.
Se aparece com outros navegadores, é possível que seja teporário. Não queria ter que mexer na estrutura agora. Aguardo o feedback de vocês. Obrigada.
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Segunda-feira, Março 23, 2009
Aurora Publishing enfrentando problemas

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Caneta? Lápis? Isso é coisa do passado!

Quando dava aula de Pré-História (*outro conceito enviesado*), eu sempre brincava com meus alunos e alunas dizendo “Olha, quem aqui sabe fazer fogo?”. Colégio Militar, alguns escoteiros levantavam a mão. Dois, três, no máximo. “Pois é, pessoal, estamos nós, por causa da tecnologia, em um nível abaixo do pessoal do Paleolítico. Se eu precisar fazer fogo, do básico, vou morrer de frio ou de fome.” Tecnologia é ótimo, mas ser escravizado por ela, é uma furada. Mas eis a fala da menina da matéria:
"Prefiro escrever no computador. Tenho facilidade para digitar, e fica mais organizado", diz ela, que acha mais fácil estudar "fazendo tudo no laptop".
"Tiro dúvidas com meus amigos pelo MSN, trocamos e-mails sobre anotações de aulas, falo on-line com os professores. O computador também poupa um pouco os dedos. Chega de calos!"
"O meu laptop é como um caderno com todos os meus cadernos e com muito mais recursos. É mais prático anotar as aulas assim. Se você escreve errado, deleta, não precisa apagar ou riscar tudo", diz uma menina. "Eu estudava numa escola britânica onde todos os alunos tinham laptop desde a oitava série. Minha letra não é muito boa, não treinei caligrafia (...)"
"No futuro, vou precisar mais do computador do que de caligrafia. Mas eu sempre me esforço para fazer letras bonitinhas nas redações", diz um garoto.
"A escrita é um recurso que jamais vai acabar, é como os livros, que não vão sumir, embora muita gente hoje leia mais na internet. Só se aprende a escrever escrevendo e só se aprende a ler lendo. O mundo totalmente informatizado não é para essa nem para as próximas gerações" (...) “Quando um aluno fala que não precisa disso, eu respondo que nem sempre ele terá um computador à disposição, que ninguém fica conectado 24 horas por dia. Tem que saber escrever manualmente." (...)"Eu oriento os meus alunos, digo que essa ferramenta serve para chamar a atenção para um erro e ensinar o correto. Não pode ser usada como um ato mecânico de corrigir. Existe espaço para o computador e para o caderno na escola"
"Algumas crianças têm dificuldade na escrita manual e, quando conhecem o computador, esses problemas desaparecem. É preciso ter uma escrita que seja compreensível para os outros. Depois que isso estiver sedimentado, pode-se usar o computador sempre."
Triste é que uma geração que supostamente lê e escreve tanto, a matéria diz isso também, seja tão pouco competente quando interpreta os textos ou quando tem que escrever seus próprios textos. O computador com a facilidade do control+c/control+v fez com que todo mundo copie dos mesmos lugares, é muito chato corrigir trabalhos esses dias. E o pior é quando escrevem a mão. Professor sofre com isso, eu sofro, mas não é por causa disso que eu vou dizer que você não precisa aprender a usar lápis e caneta, fazer caligrafia em muitos casos (*se eu tiver filhos, pobrezinhos, eles ou elas vão ter que fazer*). Aprenda a usar os três (*o computador é importante, óbvio*), mas principalmente aprenda a usar a cabeça, porque ela nunca te deixa na mão.
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Antique no Lina no Ie

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Ranking da Taiyosha

Em shoujo, abaixo de Nana temos material novo que vende bem, caso de Otomen que eu aposto que logo terá anime e que será licenciado por aqui, seguido de Gakuen Alice, que muita gente apostou que seria o novo Fruits Basket nos EUA. Segue a continuação de Please Save My Earth que sempre entra no Top 10. O resto é ou gente que já estava, Arina Tanemura com seu Sakurahime Kaden , ou gente nova. Destaques para o fan book de Skip Beat! e para Kakan no Ryuu no Himegimi de Nakayama Seika , autora do premiado Alfheim no Kishi.
Em josei, Do Da Dancin’, mangá de balé, que para os japoneses é esportes, vem liderando. Sumiram todos os Harlequin e as cartas fortes, como Chihayafuku, permaneceram. IS fez uma estréia tímida, mas, talvez, suba de posição. Mas o problema está com Kiruto S, que é shoujo e não josei, pois o mangá é publicado na Princess Gold. Não acredito que entraria entre os dez mais vendidos na categoria shoujo se estivesse no lugar certo, mas vamos ver se ele entra nos 30 mais vendidos da Oricon.
SHOUJO
1. Nana #21
2. Otomen #7
3. Gakuen Alice #18
4. Boku wo Tsutsumu Tsuki no Hikari #7
5. S.A. #16
6. Sakurahime Kaden #1
7. Rasetsu no Hana #6
8. Kakan no Ryuu no Himegimi #2
9. NG Life #8
10. Skip Beat! Fan Book ~Love Me~
JOSEI
1. Do Da Dancin'! - Venice Kokusaihen #5
2. Chihayafuru #4
3. Seigi no Mikata #7
4. Kiruto S #5 (Princess Gold)
5. Happy! #30
6. Kuragehime #1
7. 1/2 no Ringo #13
8. Wonder! #9
9. IS #15
10. Suppli #8
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Domingo, Março 22, 2009
Shoujocast #5 no Ar: Honey & Clover, O maior presente do ano

E sobre o que falaremos? Dois anúncios desta semana que foram maravilhosos: o anime de Nodame no Animax e o mangá de Honey & Clover pela Panini. Comento, também, o 5 5º livro da série True Blood, chamado Dead as a Doornail. Como terminei de ler os volumes de Walkin’ Butterfly, decidi comentar sobre um clichê dos mangás de esporte - balé - teatro - passarela que é colocar a protagonista em algum templo budista. Por fim, sugiro dois animes, Lenda dos Heróis Galácticos e Himitsu – Top Secret.
Ainda não consegui melhora o cast, e como estou saindo de uma gripe, minha voz pode estar esquisita. Peço desculpas antecipadas. No cast eu citei dois outros – que são programas de verdade – o Mona Cast e o Rapaduracast . Eu recomendo os dois.
Quem quiser comentar o cast é só mandar um e-mail para shoujofan@gmail.com Ainda não recebi nenhum comentário pedindo para que eu lesse e-mails, então, mas estou aberta para esta possibilidade. Para baixar o podcast, basta clicar aqui.
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Fãs americanos de anime festejam, mas não pagam

Fãs americanos de anime festejam, mas não pagam
Roland Kelts / Especial para o The Daily Yomiuri
Emu ma recente entrevista para o site de cultura pop ICV2.com, o fundador e CEO da Tokyopop Stuart Levy descreveu a estratégia inicial de sua companhia em 1998 como controlar o que ele chama de “os três Cs: conteúdo, comunidade e comércio.” Uma década depois, ele e outros na indústria pop do Japão e dos Estados Unidos tem sido muito bem sucedidas em dominar os primeiros dois – conteúdo e comunidade – mas estão lutando vigorosamente para completar o triângulo.
Além das prateleiras de mangá e anime nas livrarias e bibliotecas dos EUA, e das convenções de fãs todos os fins de semana, você pode ver esboços e células originais, e exibições de anime em locais intelectualizados como o Smithsonian Institution em Washington, o Pacific Asia Art Museum em Pasadena, Calif., e o Japan Society em Nova York.
Comunidades no além mar que se constituíram a partir do amor pelas mídias pop japonesas são muito apaixonadas – ansiosas não somente para dividir os seus interesses, mas ir além aprendendo japonês ou visitando o Japão. Segundo a Japan National Tourist Organization, o número de visitantes estrangeiros no Japão aumentou em 3 milhões de 2003 a 2007, com mais de 8 milhões viajando para o arquipélago, em 2007, e uma projeção de 10 milhões para o próximo ano.
“Nós tentamos com grande afinco construir a comunidade,” Levy diz, “mas nós não conseguimos lucrar indo até lá. As coisas não mudaram.”
O papel da internet em possibilitar o crescimento das comunidades sem gerar lucro tem sido muito citada. Além disso, os produtores das mídias pop japonesas estão lutando contra modelos ultrapassados e auto-destrutivos de fazer negócio.
Durante uma palestra que ministrei no Consulado Geral do Japão em Nova Yok na última semana, eu perguntei, “Por que os produtores japoneses têm que se preocupar com o mercado americano?”
Bem, por um longo tempo, eles não se preocuparam. Mas a indústria está a perdendo o seu controle sobre a próxima geração de japoneses. Isto é em parte porque a população está diminuindo, devido a anos de natalidade em declínio, mas é em grande parte devido a um modelo antiquado de negócio que está afastando jovens talentos em massa. Baixos salários, péssimas condições trabalho e oportunidades de ascensão muito limitadas são horrores suficientes. Adicione a isso a crise da economia global e uma galopante terceirização, e você tem uma clássica combinação assassina.
Um produtor com o qual falei constatou com tristeza que muitos jovens trabalhadores se queimam após apenas seis semanas de trabalho, sendo apelidados de “animadores kamikaze ".
A natureza do Fandom é diferente dentro e fora do Japão. Os japoneses geralmente aceitam o fandom de anime como um prazer pessoal para além do duro trabalho diário. Para os americanos, isso é menos que uma "válvula de escape" (em uma cultura que parece proporcionar uma variedade delas) e mais de um canal para uma celebração compartilhada. As convenções de anime são festas nos Estados Unidos – barulhentas, amigáveis e inclusivas. No Japão, o silêncio do otaku é, como se costuma dizer, ensurdecedor.
A Tokyo International Anime Fair, aberta ao público em 20 e 21 de março na Tokyo Big Sight Convention Center, ilustra bem o caso. Cosplayers amadores, as atrações principais nos eventos americanos, são estritamente proibidos, mantendo o foco sobre os criadores e os seus produtos. Os cosplayers neste fim de semana no Big Sight são pagos, contratado para promover explicitamente personagens e títulos. Qualquer convenção americana que desejar impôr restrições semelhantes veria a sua audiência despencar - e ouviria uma grande quantidade de reclamações.
Uma amostra do DVD da nova produção de Takeshi Koike, o anime Redline, chegou pelo correio do Japão, há algumas semanas, cortesia da Madhouse produções. Um thriller espacial narrado a maior corria já imaginada, as personagens de Redline são como a multidão da Cantina de Guerra nas Estrelas só que mais azedas, e sua linha narrativa é similar a de Speed Racer, no quesito velocidade, quer dizer. Ainda assim, assistindo ao anime a bordo de um vôo lotado de volta para Nova York, fiquei pensando: Legal – mas quem vai comprar isso?
"Nas convenções americanas [estes dias]", observa Levy, "em vez dos fãs anime ou mangá ficarem atrás de um título, parece que eles estão fazendo cosplay e apenas passando o tempo com os amigos... é um ambiente social."
Em outras palavras: conteúdo e comunidade, com certeza. Quem precisa de comércio?
Kelts é professor da Tokyo University, que divide seu tempo entre Tokyo e Nova York. Ele é o autor de "Japanamerica: How Japanese Pop Culture Has Invaded the U.S." (http://www.japanamericabook.com/).
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Dead as a Doornail II: Terminado

Vamos ao resuminho: O livro começa com Sookie culpada por ter cometido um assassinato e Jason, irmão de Sookie, passando por sua primeira transformação em Homem-Pantera, pois foi mordido por um Were-Panther. Enquanto isso, um assassino, um sniper, começa a alvejar os metamorfos. Uma adolescente é morta. Calvin Norris, chefe da comunidade de Were-Panthers de Hotshot, é ferido gravemente e Jason passa a ser visto como suspeito. Mais tarde, Sam, dono do bar onde Sookie trabalha é ferido. Enquanto isso, o chefe da alcatéia de lobisomens, Coronel Flood, de Shreveport morreu e Sookie é convidada para seus funerais por Alcide Herveaux. Lá ela descobre que tem um papel a desempenhar na eleição do novo líder e que o pai de Alcide é um dos concorrentes. Para piorar, a casa de Sookie é incendiada sem motivo, a fada Claudine a salva, só que, mais tarde, a protagonista é alvejada pelo sniper. Como tramas paralelas temos a relação abusiva entre Tara, amiga de Sookie, e o desagradável vampiro Mickey; a chegada de um novo barman no Merlotte’s Charles, um vampiro inglês pirata, emprestado por Eric quando Sam é ferido; e a angústia deste último para saber o que aconteceu enquanto ele estava desmemoriado na casa de Sookie.
OK, acho que não coloquei o resumo deforma ordenada, ou a trama em si tem muitos detalhes e não é tão coesa quanto a trama do livro 1 e a do livro 4, os dois melhores até agora. O livro 5 tem como grande ponto fraco exatamente a trama do sniper. Eu não desconfiei de quem era o assassino, mas não havia como o sniper não saber que Sam era um metamorfo. A seqüência em que o sniper é descoberto é muito boa, mas a falha foi óbvia. Se alguém entendeu porque o assassino não descobriu o Sam, me explique, por favor. Talvez eu tenha perdido alguma coisa. A vingança do sire de Long Shadow também foi meio frouxa. Não me convenceu, não colou. Ou seja, as tramas secundárias se resolvem melhor do que a trama principal.
Neste livro, os lobisomens caíram no meu conceito. Continuo achando o Alcide Herveaux fofo, mas ele é muito imaturo. A decisão da alcatéia de manter a competição mesmo depois que Sookie desmascara a fraude, também foi bem cretina. Agora, se a autora desejar, a protagonista tem outro inimigo, pois o novo chefe (packmaster) tem motivos para querer matá-la. Não sei se a Charlaine Harris vai explorar isso nos próximos livros.
As fadas aparecem mais e Claudine se declara como guardiã deSookie, acredito que isso será explicado no próximo livro. Gosto da Claudine, ela é divertida. Tara mostrou-se uma boa bisca (*já tinha mostrado no livro 3*) e burrinha porque ela colhe o que plantou. A maldição dos cozinheiros do Merlotte continua. É uma das piadas da série. Pam brilha em cada aparição e a angustia do Eric é ótima. Ah, e o Sam aparece mais neste livro, isso é bom. Na verdade, em tanta gente nesse livro que as participações são equilibradas, pelo menos quando se trata dos homens da vida da protagonista e a lista é grande: Bill, Eric, Sam, Alcide, Calvin Norris, e, agora, o Quin. Aliás, dentro da podridão da disputa para ver quem seria o packmaster, até achei o Quin simpático. Pensei que não gostaria dele.
Não há sexo no livro, não entre as personagens recorrentes, eu digo. Sookie passa as quase trezentas páginas indecisa. Aliás, esse é um dos problemas. Há um quase com o Sam, ela continua emocionalmente ligada ao Bill, ela lamenta por causa do Eric, ela deseja o Alcide, mas começa a compreender o quanto ele é bobão... É gente demais, acho. Eu gosto muito do Eric, mas sei que ela não tem condições de ficar com ela. Mas ver os dois juntos é divertido, os diálogos são ótimos. Eu gosto do Sam, seria mais fácil juntar os dois. Alcide precisa crescer e, muito provavelmente, ele vai acabar arranjando uma lobisomem (*ou lobismulher?*) para procriar a raça. Calvin Norris seria uma opção conservadora, não fosse as bizarrices de Hotshot. E tem o Bill... Todo mundo sabe que eu acho ele chatinho, mas a traição dele foi uma forçação de barra não explicada. Eu não me importaria de vê-los juntos de novo. Bill no hospital com a Sookie baleada foi um dos melhores momentos do livro. Mas essa indecisão toda, esses homens todos atrás dela, é muito cansativo.
Bem, os livros continuam com diálogos ótimos, a autora é muito boa nesse quesito e uma das coisas que eu adoro é exatamente o humor. Isso não se perdeu, então, apesar das irregularidades, eu me mantenho leitora fiel. A protagonista continua sendo forte e inteligente, apesar dos seus altos e baixos emocionais. Ela é chatinha às vezes, mas quem não é? O melhor livro continua sendo o 4 para mim, o livro 5 carece de estrutura e coesão. É isso. A imagem aí em cima veio do Deviantart e eu encontrei um site bem interessante, o All Things Sookie. Tem o nome de todas as personagens dos livros... ou quase todas. ^_^ Agora é ler o conto "One Word Answer" (*acho que é este*), antes de ler o próximo livro, Definitely Dead.
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Sábado, Março 21, 2009
10 Anos Mais Jovem: Vale a Pena Assistir
Não sabia quando ia estrear e perdi o primeiro episódio, na segunda semana, esqueci. Finalmente ontem, lutando contra as náuseas e a dor de estômago, assisti o terceiro episódio e A-MEI! Eu gosto do 10 Anos Mais Jovem Americano. Gostava mais na primeira temporada, como já comentei, mas ainda assim, o programa continua excelente. A versão do SBT parece investir mais no dramalhão, mas o perfil da moça lá ajudava.
Veja bem, mulher de 41 anos, pobre, maltratada pela vida. O marido parecia ser muito mais jovem que ela – o que para mim aponta que alguém andava se sacrificando mais que o outro, o filho adolescente espinhento e ridículo debochando da mãe (*chamava de “gordurosa”: gorda, baixinha e feiosa*), ambos envergonhados dela. A crueldade, principalmente do filho, me deu raiva. Você via no rosto da mulher o quanto ela tinha se sacrificado pela família, as marcas dos anos mal vividos e a paga era esta... Depois dizem que os feminismos não são mais necessários.
A mulher com a pele e dentes detonados por causa do sol e do cigarro, o cabelo um lixo por conta das químicas mal utilizadas. Enfim, pegaram a criatura, levantaram a moral dela, deram um trato e a gente via o quanto ela ficou feliz. Isso é o que importa, é a função tanto do 10 Anos Mais Jovem quanto do Modelo Por Um Dia (*que era muito interessante, também*), ainda mais quando pisam em você o tempo inteiro. E colocam a figura de bermuda, coisa que na versão americana nunca vi fazerem, até porque eles lá levam à sério aquela regra de idade e comprimento de saia/bermuda. No Brasil, pode. Devia largar aquela família e ir à luta.
Ao contrário dos apresentadores sem sal do Esquadrão da Moda, que é uma tentativa de cópia da versão americana, 10 Anos Mais Jovem tem um tom próprio, é criativa. A apresentadora é uma moça muito simpática. O cabeleireiro parece muito competente e se for gay não dá na pinta, os outros são todos bem óbvios, é aquela coisa de homem gay é que sabe resolver os problemas das mulheres. O personal stylist é muito charmoso, o cara que ensinou a mulher a andar usando um saltão alto foi um arraso. Aprendi sobre sutiãs. ^_^ Mas o maquiador é fraco. Na versão americana, o maquiador é um arraso. E como falta mulher no elenco fixo, sugeriria que trocassem por uma maquiadora, faria diferença.
Enfim, foi muito bom. Farei o possível para não perder, porque na maioria das vezes, o 10 Anos Mais Jovem presta um serviço levantando a auto-estima das mulheres, cuidando de questões sérias (*dentes, miopia, até plásticas necessárias e de pequeno porte*). Se aconselhasse a largar essas famílias insensíveis, que se esmeram em humilhar as mulheres (*filhas, mães e esposas*) ganharia nota dez.
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Mulheres Fortes dos Mangás
Temos gente como Nausicaä, a Arashi de X (*eu gosto muito dela*), a Nobara de Crimson Hero (*boa escolha*), Sei Tominaga de Kaze Hikaru (*eu queria gostar deste mangá... mas não consegui*), a Emma de Emma (*há muitas formas de ser forte*), as meninas de Naruto e Bleach. Um dos grandes destaques para mim é a Sarasa de Basara, mas senti alta de Yuuri de Red River (Anatolia Story). Acrescentam, também, a Yura de Honey Hunt. Eu tomei aversão pela Miki Aihara e, para mim, é difícil imaginar uma mocinha de personalidade feita por esta autora. Mas não li nada de Honey Hunt, nem pretendo no meu momento atual. Vale a leitura da matéria, o link estava no Mangablog.
O Mangablog ainda traz links para outras matérias legaizinhas: Let’s talk about manhwa, Manga censorship- the cataloging conundrum (*sobre mangás para maiores de 16 anos*), uma visão do mercado de quadrinhos na França com ênfase no mangá. Uma que eu devo traduzir que é American anime fans party, but don't pay (*Os fãs americanos festejam, mas não pagam*) que foca, claro, nas vendas que não correspondem ao interesse dos fãs.
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